Como transformamos a implosão do Torre Palace em um ativo de marca para a RVS Construções
Grandes marcos da engenharia exigem estratégias de comunicação à altura. Quando a RVS Construções assumiu o desafio técnico de derrubar um gigante de concreto no centro da capital, o risco não era apenas físico, mas reputacional. O evento do Hotel Torre Palace implosão que irá parar Brasília dia 25 de janeiro no Distrito Federal, precisa de uma coordenação precisa entre operações de campo e narrativa pública.
Como a principal Agência de marketing em brasília focada em estratégias complexas, a Hoogli foi acionada para garantir que a poeira da demolição não ofuscasse a competência técnica da engenharia. Transformaremos um momento de destruição em um espetáculo de precisão e segurança.
Antes de mergulhar nos bastidores desta operação, veja os pontos estratégicos que definem o sucesso do projeto:
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Narrativa de Segurança: Transformamos a percepção pública de "risco e barulho" para "precisão técnica e renovação urbana", protegendo a reputação da RVS.
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Imprensa de Elite: Pautamos veículos como Valor Econômico e PEGN, elevando o case de uma notícia local para uma referência nacional de engenharia.
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Legado Audiovisual: O uso de drones FPV e time-lapses criou um ativo digital eterno, servindo como prova social para futuras licitações da construtora.
Com essa base estratégica definida, vamos detalhar como executamos cada etapa deste plano que redefiniu a imagem da demolição controlada no Brasil.
O Cenário: Mais que Concreto, um Símbolo
Por mais de uma década, o Torre Palace Hotel foi uma cicatriz na paisagem de Brasília. De primeiro hotel de luxo da capital a uma "cracolândia vertical" abandonada, o prédio representava um problema de segurança pública e um desafio técnico monumental no coração do Eixo Monumental.
Quando a RVS Construções assumiu a responsabilidade técnica pela implosão, o desafio ultrapassava a engenharia civil. Havia um risco reputacional imenso. Implosões urbanas geram poeira, barulho e medo. Se a comunicação falhasse, a RVS seria lembrada apenas pelo transtorno.
A missão da Hoogli foi clara: transformar um evento de destruição em um espetáculo de precisão, segurança e renovação.
A Estratégia: O "Storytelling" da Queda
Não vendemos apenas a demolição; vendemos o "Renascimento do Setor Hoteleiro". Nossa estratégia de comunicação 360º foi desenhada para controlar a narrativa antes, durante e após a detonação.
Fase 1: O Mistério e a Antecipação (A Faixa Gigante)
Antes de qualquer explosivo ser instalado, instalamos a curiosidade. A estratégia visual começou com a fixação de uma faixa monumental na lateral do prédio com a frase: "Quando tudo vai ao chão, algo grandioso chega...".
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O Objetivo: Quebrar a percepção negativa de "obra parada" e gerar buzz nas redes sociais.
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O Resultado: A faixa virou pauta espontânea em blogs locais e grupos de WhatsApp de Brasília, criando uma narrativa de esperança em vez de medo.
Fase 2: Autoridade Técnica (PR e Imprensa de Elite)
Sabíamos que a imagem da "poeira subindo" estaria em todos os jornais. O nosso trabalho foi garantir que o nome RVS estivesse nas legendas certas. Atuamos com uma Assessoria de Imprensa cirúrgica para pautar veículos de negócios, não apenas de cidades.
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A Pauta: Não focamos apenas no "prédio cai", mas na "engenharia de precisão". Destacamos os 165 kg de explosivos, os 938 furos estruturais e a tecnologia de colapso com inclinação para Leste para proteger o Eixo Monumental.
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O Alvo: Veículos como Valor Econômico e Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN).
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A Mensagem: Posicionamos a RVS não como uma demolidora, mas como uma empresa de engenharia de alta complexidade capaz de operar cirurgias urbanas.
Fase 3: A Cobertura Cinematográfica (O Legado Visual)
Uma implosão dura menos de 10 segundos. O ativo de marketing deve durar para sempre. Montamos uma operação de guerra audiovisual:
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Drones de Alta Velocidade: Para capturar a dinâmica da queda de ângulos impossíveis para câmeras de solo.
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Time-Lapses de Longa Duração: Registrando a preparação, a furação e a limpeza, provando a organização do canteiro.
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Resultado: Um acervo proprietário de imagens que servirá de portfólio para a RVS em licitações e contratos privados pelos próximos 10 anos.
A Execução: Marketing e Engenharia no Mesmo Compasso
A sincronia entre a Hoogli e a RVS foi total.
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Enquanto os engenheiros da RVS calculavam a vibração do solo, nossa equipe calculava o sentimento das redes sociais.
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Criamos conteúdos educativos no Blog da RVS ("Do Auge ao Pó: A Missão de Engenharia da RVS") para explicar à população por que a implosão era segura, combatendo Fake News sobre riscos a prédios vizinhos.
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Monitoramos em tempo real as menções à marca, prontos para atuar em qualquer crise de imagem.
Resultados: A Consolidação da Liderança
No dia 25 de janeiro de 2026, às 10h da manhã, o Torre Palace vai abaixo. Mas a marca RVS sube.
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Dominância de Mídia: A RVS foi citada como autoridade técnica em matérias do G1, R7, Correio Braziliense e na mídia especializada de negócios.
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Percepção de Valor: O mercado entende que a RVS é a única empresa em Brasília com know-how para operações de risco crítico.
A implosão do Torre Palace provou uma tese que defendemos na Hoogli: Os Grandes projetos dos são, também, grandes obras de comunicação.
Ao controlar a narrativa, transformamos toneladas de entulho em autoridade de mercado. A RVS não apenas limpou o terreno para um novo hotel; ela cimentou sua posição como líder absoluta no Centro-Oeste.









